fotos. letras. MEMÓRIAS.

cartas para porto alegre

por onde tu andas?

A CIDADE QUER NOTÍCIAS SUAS

Inspirado por memórias, poucas vezes botei no papel as muitas cartas que escrevi para Porto Alegre. Deveria ter dado mais notícias. Que vi árvores, sombras, ruas, prédios, gentes e que me lembrei dela. Lembrei quanto a cidade faz parte de mim e quanto eu também faço parte dela.

A Freguesia de São Francisco do Porto dos Casais, 250 anos depois, quer saber de nós, das nossas histórias por aqui e dos lugares que nos marcaram para a vida inteira.

Escreva a sua carta PARA PORTO ALEGRE, convide amigos e vamos, juntos, relembrar AS HISTÓRIAS e imagens QUE CONSTRUÍRAM A CIDADE.

fotos. letras. MEMÓRIAS.

UM LIVRO A MUITAS MÃOS

A internet que me perdoe, mas como um jornalista dinossauro com mais de 40 anos de profissão, prefiro as histórias impressas.
A sensação de pegar na mão aquele monte de letrinhas e imagens e sentir o peso real das palavras que estão ali, o cheiro de tinta, a textura das páginas…

imprimir histórias é a história da minha vida.
E eu quero ouvir a sua.

Ao final do projeto, vamos unir letras e imagens e lançar um livro físico e digital (a internet não me perdoa). Um trabalho feito a muitas mãos, com todo o carinho para Porto Alegre.

fotos. letras. MEMÓRIAS.

O ROTEIRO

janelas da minha inFância

meu porto mais que alegre

Há 250 anos, 60 casais portugueses, saídos da Ilha dos Açores, começaram a chamar de casa um pedaço de terra situado a 30° Sul, 52° Oeste que, mais tarde, atenderia pelo nome de Porto Alegre. Em um quarto de século, o chega-e-sai de gente foi bem grande. Eu mesmo, fiquei fora da terrinha por bons 30 anos. Levei comigo, junto com o plano de ser jornalista, o viaduto Otávio Rocha, a Praça da Matriz,  a Casa de Cultura, a Duque, a Borges, a Redenção, os verões escaldantes e os invernos regados a minuanos, as ruas das dores de Mário Quintana, por onde ele jamais passou. 

Há 250 anos, 60 casais portugueses, saídos da Ilha dos Açores, começaram a chamar de casa um pedaço de terra situado a 30° Sul, 52° Oeste que, mais tarde, atenderia pelo nome de Porto Alegre. Em um quarto de século, o chega-e-sai de gente foi bem grande. Eu mesmo, fiquei fora da terrinha por bons 30 anos. Levei comigo, junto com o plano de ser jornalista, o viaduto Otávio Rocha, a Praça da Matriz,  a Casa de Cultura, a Duque, a Borges, a Redenção, os verões escaldantes e os invernos regados a minuanos, as ruas das dores de Mário Quintana, por onde ele jamais passou. 
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