Jornalista, fotógrafo, curioso, marceneiro, aposentado, avô, marido e ser pensante, tudo ao mesmo tempo. Em resumo, artista. Sou fotos e sou letras.
Gosto de contar histórias, seja do jeito que for.
Disse Mário Quintana que quem escreve um poema, abre uma janela. Fotos e janelas escrevem poemas, atiçam os sentidos, mostram o mundo.
Cada foto é um conto, uma crônica, um pedacinho da vida por onde entram a luz e o tempo.
Munido com ideias e escova, visito depósitos de demolições. Cada janela tem seu modelo, sua história, suas marcas, cores, alegrias e sofrimentos registradas na madeira. Quase todas estão sujas e tristes, relegadas às silenciosas lembranças de quando se abriam para iluminar vidas.
À medida em que são limpas, tratadas e recuperadas, mostram suas personalidades e vão conversar com novas imagens, ser a casa de novas histórias. Juntas, janelas e fotos compõem obras únicas, exclusivas, que se comunicam com cada um de uma forma diferente.
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Tenho muitas fotos, recortes do DNA da cidade que, como vacinas, protegem de muitas das doenças da alma.
Inspire-se.
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